Reinaldo iniciou sua trajetória na Segurança do Trabalho em 2006, dentro de uma grande empresa que havia firmado um Termo de Ajustamento de Conduta.
Naquela época, encontrar informações sobre Higiene Ocupacional era muito mais difícil. Ele permaneceu sete anos nessa empresa e, posteriormente, passou a trabalhar com assessoria.
Foi nesse novo momento profissional que percebeu uma limitação importante.
Durante uma conversa, um engenheiro fez diversas perguntas sobre Higiene Ocupacional relacionada ao eSocial, mas Reinaldo não soube responder.
Na assessoria, ele entendeu que conhecer apenas o básico das normas não seria suficiente.
Ou desenvolvia conhecimento para responder aos questionamentos e solucionar problemas complexos, ou poderia perder credibilidade diante dos clientes.
Foi então que Reinaldo buscou uma formação mais completa e encontrou o Método HO Fácil.
Os conhecimentos adquiridos fizeram diferença principalmente em sua atuação no setor de mineração, onde precisava analisar grandes almoxarifados, identificar produtos químicos e compreender os riscos presentes em diferentes atividades.
A mudança apareceu na prática:
- Passou a relacionar a Higiene Ocupacional às exigências do eSocial
- Aprendeu a analisar produtos químicos com mais segurança
- Desenvolveu critérios para avaliar os equipamentos de proteção utilizados
- Conseguiu propor soluções para problemas complexos das empresas
- Conquistou mais credibilidade diante de engenheiros e fiscalizações
- Deixou de executar somente o básico exigido pelas normas
- Alcançou maior valorização profissional e financeira
Em uma das empresas atendidas, por exemplo, identificou que os trabalhadores de uma estação de tratamento utilizavam proteção respiratória inadequada.
A partir do levantamento dos produtos químicos, da escolha correta dos filtros e das avaliações necessárias, foi possível melhorar o controle da exposição e contribuir para a descaracterização da insalubridade.
Esse é o tipo de resultado que aparece quando o profissional deixa de apenas cumprir tarefas e começa a resolver problemas reais.
Hoje, Reinaldo não chega às empresas apenas para verificar o cumprimento das normas.
Ele identifica riscos, avalia os controles existentes e apresenta soluções técnicas que poucos profissionais conseguem desenvolver.
Esse conhecimento contribuiu para que saísse de uma remuneração entre dois e três mil reais e chegasse a ganhar quase dez mil reais como técnico de Segurança do Trabalho.
Porque a valorização profissional não acontece quando você faz apenas o básico.
Ela começa quando você desenvolve conhecimento para resolver aquilo que outros profissionais não conseguem resolver.